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	<title>conteudoria &#8211; Safari Diagnóstico Veterinário</title>
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	<description>Exames laboratoriais especializados em Medicina Veterinária</description>
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		<title>Coleta de sangue: como realizar da maneira correta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[conteudoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 12:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames]]></category>
		<category><![CDATA[coleta de sangue]]></category>
		<category><![CDATA[exame de sangue]]></category>
		<category><![CDATA[exames]]></category>
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					<description><![CDATA[A coleta de sangue é um dos procedimentos veterinários mais comuns. Saiba como realizar a coleta sem comprometer a amostra!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Siga o passo a passo para garantir uma coleta impecável</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A coleta de sangue é um dos procedimentos mais comuns realizados em exames veterinários. Através dela, é possível identificar doenças virais, bacterianas, além de desbalanços hormonais no organismo do animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por ser um procedimento extremamente importante e muito realizado, é preciso garantir que seja feito da maneira correta. Dessa forma, impedimos o desconforto do animal, alteração nos resultados e a necessidade de repetir a operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira agora quais as etapas que devem ser seguidas para realizar a coleta de sangue da forma correta!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Preparo do material</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes mesmo de realizar a coleta, é preciso tomar alguns cuidados para garantir a eficácia do procedimento. Os principais são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Verificar o tipo de frasco a ser utilizado e tipo de anticoagulante, se necessário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O ideal é o animal estar em jejum por 8 horas para evitar que estas amostras apresentem lipemia. A lipemia pode causar hemólise e alterar os resultados dos exames;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Se informar sobre o uso de medicamentos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Homogeneizar de forma correta e não agitar excessivamente a amostra.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Local de coleta</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem vários métodos para se coletar o sangue de animais. É possível coletar das veias cefálica (pata dianteira), safena (pata traseira) e jugular (pescoço), por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A jugular é considerado o melhor local para coleta das amostras de sangue, pois é a veia com maior fluxo sanguíneo e o local mais indolor para o paciente. Além disso, a contenção do animal é menor e o tempo necessário para a coleta também.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos de animais de grande porte, é possível coletar das veias safena ou cefálica. Em animais de pequeno porte isso também é possível, desde que seja necessária uma amostra menor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, alguns pontos importantes na hora da coleta são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&nbsp;Utilizar agulha com calibre adequado ao tamanho do paciente. Para a maioria dos casos, a agulha 25&#215;7 é ideal.&nbsp;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">&nbsp;Fazer a coleta diretamente com seringa e agulha. Alternativamente, para pacientes de médio e grande porte, também é possível realizar a coleta através do sistema a vácuo.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Armazenamento</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O armazenamento é uma parte crucial da coleta. De nada adianta extrair a amostra com agilidade e precisão, se ela for mal armazenada. Por isso, segue a lista:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Para a maioria dos exames laboratoriais o acondicionamento ideal se dá em refrigeração entre 2ºC e 8ºC;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Para exames realizados com soro, é necessário aguardar pelo menos 30 minutos em temperatura ambiente antes de armazenar em refrigeração, a fim de evitar a formação de fibrina;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Para alguns exames como o de bilirrubina e dosagem de vitaminas, é necessário que o material biológico seja protegido da luz em um frasco coberto com papel alumínio;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Verificar o adequado fechamento dos frascos para evitar sua abertura durante o transporte.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Um armazenamento inapropriado pode resultar em deterioração do material biológico &#8211; impedindo a realização do exame -, resultado alterado, quebra ou vazamento do material, rótulos molhados e ilegíveis e até mesmo requisições ilegíveis e molhadas.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, é preciso muito cuidado na hora de realizar a coleta para garantir maior segurança ao paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Da mesma forma, é preciso designar essa amostra para análise em um laboratório qualificado. O Safari Diagnóstico Veterinário possui experiência na análise de materiais com agilidade e eficiência, garantindo resultados com o mais alto nível de precisão. <a href="https://safaridiagnostico.com.br/contato.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entre em contato conosco!</a></span></p>
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		<title>Leishmaniose canina: como diagnosticar</title>
		<link>https://safaridiagnostico.com.br/2019/12/11/leishmaniose-canina-como-diagnosticar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[conteudoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 16:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[citologia]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico veterinário]]></category>
		<category><![CDATA[histopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Leishmaniose canina]]></category>
		<category><![CDATA[leishmaniose visceral]]></category>
		<category><![CDATA[sorologia]]></category>
		<category><![CDATA[veterinário]]></category>
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					<description><![CDATA[Descubra como funciona a doença, seus principais sintomas e como diagnosticar de maneira eficaz A Leishmaniose canina é uma infecção causada por um parasita que ataca o sistema imunológico do animal. O parasita, do tipo Leishmania, se reproduz rapidamente e, em sua expansão, pode atingir órgãos como fígado, baço e medula óssea. Existem dois tipos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Descubra como funciona a doença, seus principais sintomas e como diagnosticar de maneira eficaz</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Leishmaniose canina é uma infecção causada por um parasita que ataca o sistema imunológico do animal. O parasita, do tipo Leishmania, se reproduz rapidamente e, em sua expansão, pode atingir órgãos como fígado, baço e medula óssea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem dois tipos de leishmaniose: a cutânea e a visceral. Mas em geral, quando falamos da manifestação da doença em cães, estamos falando da leishmaniose visceral. Isso porque a cutânea não tem o cachorro como seu principal alvo, e a visceral, sim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A leishmaniose visceral canina é uma doença que pode ser transmitida de animais para humanos e vice-versa, sendo o mosquito o vetor. Por isso, essa enfermidade é uma questão de saúde pública que exige cuidado de todos no combate e prevenção.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Sintomas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem diversos sintomas variados que podem ajudar a identificar a leishmaniose visceral canina. Entre os sinais externos é possível destacar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Lesões</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Descamação</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Coloração branca prateada na pele</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Infecção nas patas</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Pele grosseira</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Unhas espessas e em formato de garras</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Feridas que não saram</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Incômodos nos olhos e problemas de visão</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Nódulos e caroços</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na área interna, o parasita pode prejudicar os rins, fígado, e até mesmo o sistema digestivo. Cada lugar agredido resultará em um sintoma diferente. Entre as mais comuns estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Vômito</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Diarreia</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sangue nas fezes</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Perda de apetite</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Desidratação</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Irregularidade no trato urinário</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a medula óssea é atacada, por exemplo, a produção de células sanguíneas diminui. Isso pode gerar anemia e deixá-lo predisposto a novas infecções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como a leishmaniose ataca o sistema imunológico, o animal fica mais propício a contrair outras doenças, o que acaba dificultando o diagnóstico pela variedade de sintomas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E ao mesmo tempo que a doença apresenta tantos sintomas, existem casos completamente assintomáticos. Por isso é importante a visita a um veterinário e a realização de exames de check up periódicos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Diagnóstico</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da observação clínica do veterinário durante a consulta, existem formas laboratoriais de diagnóstico de leishmaniose canina. Elas são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Histopatologia</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; consiste em retirar um pedaço de pele ou material orgânico do animal e enviar ao laboratório. Lá, as células serão analisadas em microscópio, onde é possível verificar a existência do parasita.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Citologia</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; Com uma agulha, o veterinário aspira as células de determinado órgão para avaliação.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Sorologia</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; São testes realizados com o sangue do animal. É possível utilizar diferentes metodologias para esse tipo de exame, entre elas a IFI (imunofluorescência indireta), ELISA e PCR.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Em ambas as formas, o diagnóstico de leishmaniose em cães é conclusivo assim que o parasita é detectado. Por essa razão, são técnicas muito seguras para constatar a doença.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Causas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, a transmissão da leishmaniose canina ocorre somente através da picada do mosquito Lutzomyia longipalpis. Ele é conhecido popularmente como mosquito-palha, birigui, cangalha e tatuquira, dependendo da região. Ao picar um animal infectado, o mosquito ingere a leishmania e a transmite para outros animais através da picada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A leishmaniose canina é comumente associada a locais onde as condições sanitárias são precárias. Muitas vezes, a maior incidência de casos é em ambientes que não estão bem higienizados, como galinheiros, chiqueiros e locais com grande acúmulo de lixo. Isso porque o mosquito-palha põe seus ovos em locais ricos em matéria orgânica – o que inclui até mesmo terra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora esses locais facilitem a proliferação dos mosquitos, as ocorrências já ultrapassaram essas barreiras. Com números cada vez maiores em cidades metropolitanas, é preciso atenção aos sinais e sintomas que seu cão manifesta. Se suspeitar de leishmaniose, isole-o de outros animais para evitar contaminação e leve-o ao veterinário o mais rápido possível.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Tratamento</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A leishmaniose canina não tem cura. Entretanto, em 2016 surgiu um novo medicamento que apresentou resultados bastante positivos. O medicamento elimina a maior parte dos parasitas do organismo do animal, eliminando as lesões e fazendo com que ele não seja mais fonte de transmissão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do avanço, o tratamento não torna o animal imune. Por isso, em caso de reaparecimento de sintomas, é importante procurar o veterinário novamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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